HAJA LUZ PARA TRANSFORMAR
Dedicado àquele
que, querendo ou não,
deve ser luz, a saber, o professor.
Num sombrio espaço d’alma,
há luz
Sequiosa de fulgor,
Ansiosa por um sopro,
Ou lampejo de impetuosa outra luz...
Que se inclina persistente
E incendeia o sombrio !
E desperta explosão...
Das infindas faíscas
lançadas daí
É libertado o novo clarão.
Já não há o sombrio,
Lusco-fusco, talvez, ainda há.
Tímida luz,
Indecisa luz,
Impotente luz,
sequiosa de fulgor,
Surpreendente outro clarão...
Dedicado àquele
que, querendo ou não,
deve ser luz, a saber, o professor.
Num sombrio espaço d’alma,
há luz
Sequiosa de fulgor,
Ansiosa por um sopro,
Ou lampejo de impetuosa outra luz...
Que se inclina persistente
E incendeia o sombrio !
E desperta explosão...
Das infindas faíscas
lançadas daí
É libertado o novo clarão.
Já não há o sombrio,
Lusco-fusco, talvez, ainda há.
Tímida luz,
Indecisa luz,
Impotente luz,
sequiosa de fulgor,
Surpreendente outro clarão...